
Ana Pinto
Sou facilitadora de divórcio consciente e de parentalidade não conjugal. O meu trabalho é complementar, organizar e humanizar um processo que quase sempre chega às pessoas em pedaços - e que, por norma, ninguém as ensinou a atravessar.
Acompanho mulheres a reconstruírem-se depois de uma separação, a organizarem a coparentalidade sem que os filhos paguem a fatura, e a voltarem a reconhecer-se depois de anos a serem sobretudo mãe, sobretudo mulher de alguém, sobretudo a que aguenta.
Neste espaço quero questionar, inspirar e partilhar. Para que outras mulheres encontrem soluções para viverem com clareza, luz e serviço, e aprendam a lidar com as suas dores sem se perderem nelas.
Três coisas em que não abro mão
Sem receitas milagrosas
Não há um método de sete passos que sirva a todas. Há o seu caso, o seu tempo e o trabalho que der.
Sem julgamento
Nada do que trouxer para a sessão é demasiado feio para ser dito. É precisamente aí que começa o trabalho.
As crianças primeiro
Um divórcio não tem de arruinar a vida dos filhos. Exige consciência dos adultos e uma intenção bem definida.
A conversa inicial é gratuita
Falamos sem compromisso, percebemos se faz sentido trabalharmos juntas - e, se não fizer, digo-lhe e indico-lhe outro caminho.
