Naturalmente Mulher

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O papel da consciência no desenvolvimento pessoal

· 2 Min. Lesezeit · Ana Pinto

A consciência de como a nossa desconexão interior perpetua a nossa infelicidade tem o potencial de nos abalar profundamente.

Esta consciência tem o poder de nos tirar do papel de vítima e de culpar os outros. Talvez pela primeira vez, podemos ver como somos os principais responsáveis da nossa dor.

As pessoas à nossa volta desempenham um papel que lhes atribuímos na nossa vida. O poder nunca está nelas, apenas em nós.

Para mudar, precisamos de estar cientes do que está a acontecer dentro de nós. Precisamos de nos questionar a cada momento para perceber se estamos alinhados com os nossos valores e propósito:


  • Estou a agir por obrigação ou alinhamento e autenticidade?
  • Estou a agir por medo de perder a validação dos outros ou o poder do meu amor próprio?
  • Estou a agir de acordo com padrões antigos ou situações presentes?
  • Estaremos a ser impulsionadas por uma necessidade interna que advém dum vazio interior?

Neste caso, a nossa vida está marcada pelo dever, pela obrigação, pelo medo e focada no que falta. Mas o que promove um estado de conexão interior?

A resposta encontra-se sempre na quietude e na reflexão.

Ao olharmos para dentro deparamo-nos com a nossa autosabotagem, traição e desalinhamento. Quando o nosso ego assume o controlo, relembremo-nos que ele está a encobrir as feridas da infância. O que é que o meu ego está a proteger e como posso aliviar essas feriadas para evitar que assuma uma persona falsa?

Olharmo-nos ao espelho é a coisa mais difícil do mundo. Ninguém quer admitir que é a causa de sua própria miséria – ninguém. É muito doloroso. É muito mais fácil levar a vida inocente da nossa própria contribuição. Depois de ganharmos consciência não há como negar a verdade mas é também uma iluminação que pode ditar o caminho da evolução.  

Ein Brief pro Woche, für alle, die neu anfangen

Keine Werbung und keine Wunderrezepte. Ich schreibe über das, was ich in den Sitzungen höre: Trennung, gemeinsame Elternschaft, mütterliche Schuldgefühle und den Weg zurück zu sich selbst. Ohne festen Rhythmus - er kommt, wenn es etwas zu sagen gibt.

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